O ENPO-BR 2008 apresenta abaixo os palestrantes dessa 4ª edição, os temas que foram
apresentados e o cronograma do dia 29/03 (Sábado).
Chiappa
Índices, esses ilustres (des)conhecidos.
Apesar do índice b*tree ser uma das mais antigas e comuns das estruturas de auxílio à utilização de tabelas num banco de dados Relacional (Oracle inclusive), existem diversas dúvidas frequentes, muitas recomendações pouco seguidas, várias características pouco exploradas e conhecidas e vários mitos/folclore na área: esta Apresentação pretende discorrer sobre, e explicar algumas caracteríticas e fatos técnicos da implementação b*tree no BD Oracle; fornece alguns esclarecimentos necessários para se poder utilizar eficientemente índice b*tree e irá desmentir alguns mitos comuns sobre os índices (como a fragmentação/desbalanceamento), e mostrar como usar e como não usar um índice corretamente.
Currículo: Especialista em Tecnologia de Banco de dados Oracle, com 21 anos de experiência em Tecnologia da Informação, dentre esses 15 anos dedicados à tecnologia Oracle. Atua como Analista de Administrador de Banco de Dados Sênior, Palestrante desde o primeiro ENPO e Instrutor de Oracle em Empresas diversas e Instrutor dos WorkShops.
Gary Goodman
Porque Você Não Vê Seus Reais Problemas de Performance?!
Refletindo aproximadamente 20 anos de experiência solucionando problemas de performance em aplicações baseadas em Oracle,
pudemos reconhecer um único padrão de comportamento que foi a razão dominante do insucesso em muitos dos projetos que testemunhamos. Em praticamente todos os casos de insucesso, falhas em diagnosticar e reparar problemas de performance foram causados devido ao “não reconhecimento de assimetrias na distribuição dos dados de diagnóstico”.
Esta apresentação mostrará diversos exemplos dentro do contexto de aplicações baseadas em banco de dados Oracle que ilustram porque estas “assimetrias” são problemas encontrados em todas as camadas de arquitetura do sistema, entretanto os mesmos princípios citados são relevantes em qualquer tipo de sistema, incluindo sistemas não baseados no banco de dados Oracle.”
Currículo: Com mais de 20 anos de experiência atuando em TI e mais de 17 anos especificamente no universo Oracle, Gary é co-fundador e CEO da Empresa Americana Hotsos. Antes de iniciar as operações da Hotsos, Gary passou vários anos na liderança executiva de grandes empresas, dentre elas a própria Oracle onde durante 8 anos teve a oportunidade de atuar na área de consultoria atendendo centenas de clientes. |
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Paulo Schorr
Case de Implementação em Oracle RAC em área Hospitalar
A palestra tem como conteúdo apresentar o cenário anterior do cliente e seus problemas, os desafios da migração para o novo ambiente entre eles:
nova plataforma, tempo de indisponibilidade, pontos de falha, performance e licenciamento (Oracle Standard Edition 10g Release 2), bem como os problemas enfrentados e as soluções implementadas.
Currículo: Atua no mercado de tecnologia voltada a soluções e serviços de
infra-estrutura de Banco de Dados a mais de 12 anos.
Já trabalhou como Instrutor Oracle DBA em centro educacional da Oracle, participou de diversas implementações de projetos de instalação e migração de Bancos de Dados iniciando com a versão 7.0 e Atualmente atua como Sócio Diretor da Teiko Soluções em TI, empresa com sede em Blumenau / SC com foco na prestação de serviços em Oracle com especialização em Banco de Dados, com clientes em todo o Brasil.
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Luciano Melo
Gerenciamento de Mudanças no Oracle 11g.
Mudanças no banco de dados são inevitáveis. Alterações de parâmetros do banco, aplicações de patchs, mudanças de hardware ou software, entre outras alterações, irão acontecer e, um dos maiores desafios para os DBAs é garantir a confiabilidade no banco de dados após estas mudanças. Para dimensionar o risco que sempre acompanha tais mudanças, ambientes de teste são empregados. No entanto, como testar de maneira realística as operações realizadas em um banco de produção? Número de sessões, transações, concorrências entre outros fatores podem afetar a confiabilidade deste ambiente. O Oracle 11g possui uma solução para este problema: Uma "Unidade de Gerenciamento de Mudanças" que permitirá ao DBA criar e gerenciar um ambiente de teste mais realístico e confiável, mensurando com maior precisão os impactos gerados pelas mudanças.
Currículo: "Mestrando em Engenharia da Computação pelo IPT - Instituto de Pesquisas e Tecnologias da USP (São Paulo.), Bacharel em Ciências da Computação formado pela UNESP (Universidade Estadual Paulista), Luciano Inácio tem experiência de 8 anos em administração de banco de dados e servidores de aplicações da Oracle. É também instrutor oficial Oracle com certificação DBA e responsável pelas bases de Dados Oracle da rede de farmácias Droga Raia, além de membro da célula de "Quality Assurance" da área de TI da empresa. Instrutor da En-Sof e ex-coordenador de equipe da empresa, também foi professor de banco de dados do curso de Ciências da Computação da UNIP em 2006. Luciano ainda foi membro do grupo de especialista em Oracle Application Server da Oracle University em 2004 e premiado pela Oracle como "Melhor instrutor Oracle da América Latina" em 2002."
Gerson Rissetti
Segurança em Banco de Dados – Auditoria
A Oracle apresenta um grande número de alternativas de auditoria. Auditoria em um ambiente de banco de dados não é um simples exercício de tudo ou nada, é preciso escolher o que auditar entre muitas categorias de dados e tipos de acesso, de acordo com os requisitos de segurança da aplicação e da organização. Tópicos desenvolvidos: Por que a auditoria é necessária? Quais as categorias de auditoria podem ser implementadas? Quando e como auditar usuários? Qual é a performance e a complexidade envolvidas?
Currículo: Tecnólogo em processamento de dados, pós-graduado em administração de sistemas de informação, mestre em energia, área de concentração: softwares aplicados. Consultor em modelagem de processos, desenvolvimento e implantação de sistemas. Professor universitário para os cursos de graduação de ciência da computação e sistemas de informação e cursos de tecnologia da informação em nível de pós-graduação.
Roberto Serson
11 razões para migrar para o 11g!
Essa tema irá apresentar 11 novas características do 11g,que justifiquem a migração. Será mostrado e, posteriormente, disponibilizado um exemplo prático de cada nova funcionalidade.
Currículo: Roberto Rubinstein Serson é Oracle Certified Professional 8, 8i, 9i e 10g, graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (EAESP-FGV) e tecnólogo pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo (FATEC). É instrutor dos primeiros cursos oficiais de Novas Características do Oracle 9i e do Oracle 10g, ministrados exclusivamente para instrutores. É mestrando em Engenharia de Computação, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (USP). É sócio-diretor da Sersoft Consultoria e Treinamento. É autor do livro Oracle 10g Database Guia do DBA e palestrante desde o primeiro ENPO.
Cronograma
| 29/03/2008 - Sábado |
| 7h30 às 8h30 |
Credenciamento |
| 8h30 às 9h00 |
Abertura Oficial do 4º ENPO-BR |
| 9h00 às 10h00 |
Segurança em Banco de Dados – Auditoria
Gerson Rissetti |
| 10h00 |
Coffe Break |
| 10h30 às 11h30 |
Índices, esses ilustres (des)conhecidos
Chiappa |
| 11h30 às 12h30 |
Case de Implementação em Oracle RAC em área Hospitalar
Paulo Schorr - SC |
| 12h30 às 14h30 |
Almoço |
| 14h30 às 15h30 |
Gerenciamento de Mudanças no Oracle 11g
Luciano Melo |
| 15h30 às 16h30 |
11 razões para migrar para o 11g!
Roberto Serson |
| 16h30 |
Coffe Break |
| 17h às 18h |
Porque Você Não Vê Seus Reais Problemas de Performance?!
Gary Goodman (EUA) |
| 18h às 19h |
Bate-Papo Informal com Palestrantes |
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